domingo, 5 de fevereiro de 2012

Livros infantis - Para crianças cegas

Fundação Dorina lança livros infantis para crianças cegas

Dez livros infantis escritos em braille --um sistema de leitura com pontos em alto-relevo para cegos-- e letras ampliadas vão ajudar crianças que não enxergam ou têm baixa visão a se divertir com uma leitura adaptada a elas.
A iniciativa de produzir a série de livros acessíveis é da Fundação Dorina Nowill para Cegos, em parceria com Associação de Escritores e Ilustradores de literatura infantil e juvenil.
Os autores e ilustradores dos livros tiveram orientação de especialistas da Fundação Dorina para criar histórias e desenhos que pudessem ser reproduzidos com letras ampliadas, textos em braille e imagens divertidas em relevo.
A primeira tiragem dos livros foi patrocinada pela Fundação Itaú Social e pelo Bradesco. Mais de 35 mil exemplares foram distribuídos para 5.000 bibliotecas e escolas de todo o Brasil. As obras também estarão à venda na loja virtual da Dorina, no endereço www.fundacaodorina.org.br/. Cada livro vai custar R$ 25

Conheça os títulos lançados:
 
- "Quero Ser Rico", de Álvaro Modernell, ilustrada por Cibele Santos
- "Umbigo", de João Proteti, ilustradora Nireuda Longobardi
- "A Dança das Cores", de Luís Pimentel, ilustrado por Márcia Cardeal
- "Meu Pai é o Maximo," de Anna Claudia Ramos, ilustrador Danilo Marques
- "A horta de Ethel", de Celso Sisto, ilustrado por Sandra Ronca
- "Pedro e Joaquim", de Denise Crispun, ilustradora Thais Linhares
- "Amigo Bicho", de Flávia Côrtes, Cris Alhadeff
- "Capitão Mariano, o Rei do Oceano", de Maurício Veneza, ilustrada por Roney Bunn
- "A Galinha que Botava Batatas", de Simone Pedersen, ilustrada por Paulo Branco
- "A Girafa do Pescoço Curto", de Regina Drummond, ilustrador Felipe Vellozo 
  
Fonte:http://www.fundacaodorina.org.br

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

PERFIL DO ALUNO


SUGESTÕES DE PALAVRAS E EXPRESSÕES PARA USO EM RELATÓRIOS - quanto ao perfil do aluno 


Você pensa                            Você escreve
O aluno não sabe O aluno não adquiriu os conceitos, está em fase de aprendizado.
Não tem limites Apresenta dificuldades de auto-regulação, pois…
É nervoso Ainda não desenvolveu habilidades para convívio no ambiente escolar, pois…
Tem o costume de roubar Apresenta dificuldade de autocontrole, pois…
É agressivo Demonstra agressividade em situações de conflito; usa meios físicos para alcançar o que deseja
É bagunceiro, relaxado, porco Ainda não desenvolveu hábitos próprios de higiene e de cuidado com seus pertences.
Não sabe nada Aprendeu algumas noções, mas necessita desenvolver…
É largado da família Aparenta ser desassistido pela família, pois…
É desobediente Costuma não aceitar e compreender as solicitações dos adultos; Tem dificuldades em cumprir regras.
É apático, distraído Ainda não demonstra interesse em participar das atividades propostas; Muitas vezes parece se desligar da realidade, envolvido em seus pensamentos.
É mentiroso Costuma utilizar inverdades para justificar seus atos ou relatar as atitudes dos colegas
É fofoqueiro Costuma se preocupar com os hábitos e atitudes dos colegas.
É chiclete É muito afetuoso; demonstra constantemente seu carinho…
É sonso e dissimulado Em situações de conflito coloca-se como expectador, mesmo quando está clara a sua participação.
É preguiçoso Não realiza as tarefas, aparentando desânimo e cansaço. Porém logo parte para as brincadeiras e outras atividades.
É mimado Aparenta desejar atenções diferenciadas para si, solicitando que sejam feitas todas as suas vontades.
É deprimido, isolado, anti-social Evita o contato e o diágolo com colegas e professores preferindo permanecer sozinho; Ainda não desenvolveu hábitos e atitudes próprias do convívio social.
É tagarela Costuma falar mais que o necessário, não respeitando os momentos em que o grupo necessita de silêncio.
Tem a boca suja Utiliza-se de palavras pouco cordiais para repelir ou afrontar.
Possui distúrbio de comportamento Apresenta comportamento fora do comum para sua idade e para o convívio em grupo, tais como…
É egoísta Ainda não sabe dividir o espaço e os materiais de forma coletiva.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Subindo degraus

  

                                          Minha despedida (subindo degraus)   

Após termos concluído o Curso de AEE (Atendimento Educacional Especializado) chegou a hora de assumir o cargo, então a partir de hoje estarei em outra Instituição de Ensino, é que agora irei trabalhar em uma Sala de Recursos Multifuncionais, esta na Escola João Pessoa.

Eu acredito que “o melhor momento de sairmos de algum lugar é quando tudo está indo bem”, fica aquele sentimento de missão cumprida e é assim que agora me sinto minha querida ESCOLA PROFESSOR MÁRIO MATOS.

Sinto saudade da “minha” escola de coração, na qual escolhi ficar, dela guardarei pra sempre boas recordações, projetos realizados, conquistas, pessoas muito queridas, outras nem tanto ( agora esquecidas), o bem querer das “minhas crianças”, o respeito por todo o quadro de funcionários e por nossa comunidade, em especial do meu 4º ano...

A cada uma daquelas pessoas, com as quais convivi durante estes anos, espero ter feito alguma diferença em algum momento de suas vidas, assim como por várias vezes fizeram na minha, muito agradecida ao meu DEUS por ter permitido atuarem no palco da minha vida onde ficou tudo muito bem registrado tal qual num filme, o qual um dia irei rever, categoria:  história real.

 Pois,
“Mudar dói, não mudar, dói muito”
(Oswaldo Montenegro)

COMUNICADO...

Em virtude da não conclusão de serviços de reforma em algumas Escolas Municipais, bem como da convocação de profissionais da Educação para atuarem em alguns educandários municipais, as aulas na rede municipal de ensino em Garanhuns serão iniciadas só no dia 13 de fevereiro de 2012.
A Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Educação, fez questão de ressaltar que procedeu com a comunicação, em tempo hábil, através de Nota, tendo em vista evitar quaisquer transtornos
Fonte:  http://agendagaranhuns.com/blog/

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Filhos...por Dr. Içami Tiba

 Filhos...
 
"1. A educação não pode ser delegada à escola. Aluno é transitório. Filho é para sempre.

2. O quarto não é lugar para fazer criança cumprir castigo. Não se pode castigar com internet, som, TV, etc.

3. Educar significa punir as condutas derivadas de um comportamento errôneo. Queimou índio pataxó, a pena (condenação judicial) deve ser passar o dia todo em hospital de queimados.

4. É preciso confrontar o que o filho conta com a verdade real. Se falar que professor o xingou, tem que ir até a escola e ouvir o outro lado, além das testemunhas.

5. Informação é diferente de conhecimento. O ato de conhecer vem após o ato de ser informado de alguma coisa. Não são todos que conhecem. Conhecer camisinha e não usar significa que não se tem o conhecimento da prevenção que a camisinha proporciona.

6. A autoridade deve ser compartilhada entre os pais. Ambos devem mandar. Não podem sucumbir aos desejos da criança. Criança não quer comer? A mãe não pode alimentá-la. A criança deve aguardar até a próxima refeição que a família fará. A criança não pode alterar as regras da casa. A mãe NÃO PODE interferir nas regras ditadas pelo pai(e nas punições também) e vice-versa. Se o pai determinar que não haverá um passeio, a mãe não pode interferir. Tem que respeitar sob pena de criar um delinqüente.

7. Em casa que tem comida, criança não morre de fome . Se ela quiser comer, saberá a hora. E é o adulto quem tem que dizer QUAL É A HORA de se comer e o que comer.

8. A criança deve ser capaz de explicar aos pais a matéria que estudou e na qual será testada. Não pode simplesmente repetir, decorado. Tem que entender.

9. É preciso transmitir aos filhos a idéia de que temos de produzir o máximo que podemos. Isto porque na vida não podemos aceitar a média exigida pelo colégio: não podemos dar 70% de nós, ou seja, não podemos tirar 7,0.

10. As drogas e a gravidez indesejada estão em alta porque os adolescentes estão em busca de prazer. E o prazer é inconseqüente.

11. A gravidez é um sucesso biológico e um fracasso sob o ponto de vista sexual.

12. Maconha não produz efeito só quando é utilizada. Quem está são, mas é dependente, agride a mãe para poder sair de casa, para fazer uso da droga . A mãe deve, então, virar as costas e não aceitar as agressões. Não pode ficar discutindo e tentando dissuadi-lo da idéia. Tem que dizer que não conversará com ele e pronto. Deve 'abandoná-lo'.

13. A mãe é incompetente para 'abandonar' o filho. Se soubesse fazê-lo, o filho a respeitaria. Como sabe que a mãe está sempre ali, não a respeita.

14. Se o pai ficar nervoso porque o filho aprontou alguma coisa, não deve alterar a voz. Deve dizer que está nervoso e, por isso, não quer discussão até ficar calmo. A calmaria, deve o pai dizer, virá em 2, 3, 4 dias. Enquanto isso, o videogame, as saídas, a balada, ficarão
suspensas, até ele se acalmar e aplicar o devido castigo.

15. Se o filho não aprendeu ganhando, tem que aprender perdendo.

16. Não pode prometer presente pelo sucesso que é sua obrigação. Tirar nota boa é obrigação. Não xingar avós é obrigação. Ser polido é obrigação. Passar no vestibular é obrigação. Se ganhou o carro após o vestibular, ele o perderá se for mal na faculdade.

17. Quem educa filho é pai e mãe. Avós não podem interferir na educação do neto, de maneira alguma. Jamais. Não é cabível palpite. Nunca.

18. Se a mãe engolir sapos do filho, ele pensará que a sociedade terá que engolir também.

19. Videogames são um perigo: os pais têm que explicar como é a realidade, mostrar que na vida real não existem 'vidas', e sim uma única vida. Não dá para morrer e reviver. Não dá para apostar tudo, apertar o botão e zerar a dívida.

20. Professor tem que ser líder. Inspirar liderança. Não pode apenas bater cartão.

21. Pais e mães não podem se valer do filho por uma inabilidade que eles tenham. 'Filho, digite isso aqui pra mim porque não sei lidar com o computador'. Pais têm que saber usar o Skype, pois no mundo em que a ligação é gratuita pelo Skype, é inconcebível pagarem para falar com o
filho que mora longe.

22. O erro mais freqüente na educação do filho é colocá-lo no topo da casa. O filho não pode ser a razão de viver de um casal. O filho é um dos elementos. O casal tem que deixá-lo, no máximo, no mesmo nível que eles. A sociedade pagará o preço quando alguém é educado achando-se o
centro do universo.

23. Filhos drogados são aqueles que sempre estiveram no topo da família.

24. Cair na conversa do filho é criar um marginal. Filho não pode dar palpite em coisa de adulto. Se ele quiser opinar sobre qual deve ser a geladeira, terá que mostrar qual é o consumo (kWh) da que ele indicar. Se quiser dizer como deve ser a nova casa, tem que dizer quanto isso
(seus supostos luxos) incrementará o gasto final.

25. Dinheiro 'a rodo' para o filho é prejudicial. Mesmo que os pais o tenham, precisam controlar e ensinar a gastar.

Frase: "A mãe (ou o pai!) que leva o filho para a igreja, não vai buscá-lo na cadeia...""

Fonte: http://marcela-lusia.blogspot.com

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Coração de Professor


 
PLANEJAR

Texto de Aluisio Cavalcante Jr.

Início de ano.

Tempo em que as Escolas começam a planejar.

Tempo de encontros.

Tempo de debates.

Tempo de sorrisos.

Há quem acredite que o bom planejar

Esteja apenas nos livros

Ou se resuma a elaboração de planos didáticos.

Embora importantes,

O melhor de um planejamento

Não está nos livros

E tão pouco nos planos didáticos.

O melhor de um planejamento está

Na capacidade de sonhar

E de inspirar sonhos.

Quem planeja aulas com as cores dos sonhos,

Faz parte daquele grupo de Educadores e Educadoras,

Que tem o dom de ser fazer eternos nas lembranças,

Daqueles que a vida lhes deu para cuidar.

Este é o verdadeiro objetivo de um planejamento

E a essência de uma Educação que faz sentido.

http://sonhosdeumprofessor.blogspot.com


sábado, 21 de janeiro de 2012

Linhas Pedagógicas


 Linhas pedagógicas - conheça!

Encontrei este texto e explica de forma simples que linha pedagógica segue a escola, leiam e confiram, veja como elas funcionam e qual tem mais a ver com
seu filho.

Ana Okada
Em São Paulo

Cada escola usa os preceitos de uma ou mais linhas pedagógicas para "moldar" suas aulas. Essas teorias, no entanto, nem sempre se manifestam puramente no dia a dia dos alunos. Segundo a professora Cecília Hanna Mate, da USP (Universidade de São Paulo), é possível encontrar práticas que utilizam um ou mais aspectos de diversas linhas ao mesmo tempo, assim como é possível haver posturas individuais de escolas que seguem apenas uma dessas tendências.

A professora, no entanto, pondera que a metodologia de ensino é apenas um dos fatores que rege a sala de aula: "É fundamental entender que no cotidiano de uma sala de aula há sempre o imprevisível e o imponderável, que as tendências procuram prever, regular, classificar, pois a pedagogia é uma normatização da conduta, da inteligência e do sentimento".

Segundo os especialistas consultados pelo UOL Educação, a coordenação pedagógica da escola é quem deve informar os pais sobre qual linha pedagógica é adotada na instituição.

Mais do que saber a pedagogia que a escola adota, é interessante que os pais possam verificar, durante as aulas normais dos alunos, exemplos de atividades que são realizadas nas aulas, para que se possa comparar o que é dito ao que é de fato ensinado.

Saiba mais sobre algumas das linhas pedagógicas mais adotadas nas escolas brasileiras:

Escola comportamentalista
Como funciona: A concepção comportamentalista enfoca a técnica, o processo e o material postos em jogo. O ensino deve ser bem planejado, com materiais instrucionais programados e controlados. O objetivo é que os resultados possam ser mensurados e que o estudante adquira os comportamentos desejados, moldados segundo necessidades sociais determinadas.

Por essa pedagogia, o professor tem como tarefa controlar o tempo e as respostas dos alunos, dando-lhes feedback constantes. O aluno é visto como alguém que pode aprender a partir de estímulos, que são recompensados, caso os objetivos sejam alcançados.

Avaliação: O processo de avaliação é feito por provas, semelhantes às da linha tradicional.

Escola construtivista
Como funciona:No construtivismo, o saber não é passado do docente ao aluno: o estudante é que constrói o conhecimento, por meio da formulação de hipóteses e da resolução de problemas. O objetivo do construtivismo é que o aluno adquira autonomia. A ênfase está no aspecto cognitivo.

As disciplinas são trabalhadas em uma relação mais próxima com os alunos e envolve diversos elementos, como música e dramatização. As séries são organizadas em ciclos.

Avaliação: A linha construtivista foi idealizada para que não houvesse provas, uma vez que o aluno deve construir o conhecimento ao longo das aulas. As escolas, no entanto, podem adaptar esse conceito em suas avaliações.

Apesar de estar muito em voga no Brasil e em muitos países ocidentais, há também muitas controvérsias quanto à aplicabilidade do construtivismo em nossa realidade. Segundo a professora Cecília, falta de condições estruturais (como condições de trabalho dos professores e o número de alunos por sala) e aspectos políticos e ideológicos são alguns dos pontos criticados por especialistas.

Escola freiriana
Como funciona: Pela pedagogia baseada nas ideias de Paulo Freire, que é mais voltada para a alfabetização, os aspectos culturais, sociais e humanos do aluno devem ser levados em conta. Esta postura implica em ouvir o aluno para ajudá-lo a construir confiança, para que ele possa entender o mundo por meio do conhecimento.

Segundo Freire, o conhecimento faz sentido para o estudante quando o transforma em sujeito que pode transformar o mundo. Bom senso, humildade, tolerância, respeito, curiosidade são alguns dos princípios defendidos por essa corrente. A educação se torna uma ferramenta para "libertar" o aluno.

Avaliação: Assim como a linha construtivista, pedagogia de Paulo Freire não prevê provas, mas as escola podem ter avaliações.

Escola montessoriana
Como funciona: A metodologia foi criada pela educadora italiana Maria Montessori e parte do princípio da experiência concreta e da observação. A ideia é que o aluno possa utilizar o conhecimento que já tem como base para a abstração e, assim, assimilar novos conceitos.

As salas de aula das escolas que adotam essa pedagogia têm, em média, 20 alunos e procuram ter diversos materiais para estimular a aprendizagem. Em vez de a professora passar as lições, as atividades ficam dispostas em sala e o aluno escolhe qual irá fazer no dia. Ele deve cumprir os módulos obrigatórios para avançar os estudos. As salas podem ser ordenadas por séries, como no ensino tradicional, ou por ciclos, com mais alunos de idades diferentes na mesma sala.

Segundo a pedagoga e psicopedagoga Edimara Lima, a vantagem do método é que o aluno pode aprender de acordo com seu ritmo: "Quem caminha mais rápido vai mais rápido, e quem precisa ir mais devagar recebe tarefas paralelas para aprender o que precisa". "A criança aprende a fazer escolhas, tem exercício de independência e autonomia."

Avaliação: Pode ter provas ou não, de acordo com a escola. Quando não há provas, a avaliação é feita a partir dos registros que o professor tem sobre a produção do aluno. No final do ensino fundamental e do médio pode haver monografia.

Escola tradicional
Como funciona: Na pedagogia tradicional o professor é a figura central. Ele ensina as matérias de maneira sistematizada e o aluno absorve esses conhecimentos como se fosse uma "tabula rasa". Apesar de vigorar em muitas escolas, essa prática se instituiu por "inércia da burocracia e do cotidiano escolar e pela crença de que o conhecimento era imutável e transmissível", segundo Cecília.

Nas aulas tradicionais, os conhecimentos são concebidos como verdades não sujeitas a variações nem à dependência de contextos, diferentemente de pedagogias mais modernas, em que o estudante deve "construir o conhecimento" e não simplesmente absorvê-lo.

Avaliação: A forma de promoção é a avaliação, que mede a quantidade de conhecimento que foi memorizada. Quem não alcança a pontuação mínima é reprovado e deve cursar a mesma série novamente.

De acordo com a professora, muitas características do ensino tradicional estão presentes no Brasil e no mundo "já que a própria formação de professores ainda é extremamente tradicional".

Escola Waldorf
Como funciona: A pedagogia Waldorf prioriza as necessidades do desenvolvimento do estudante. A trajetória da criança é composta por ciclos de sete anos, nos quais ela tem um tutor. As aulas do ensino infantil nesse sistema tem ênfase em artes e em trabalhos manuais, como marcenaria, culinária etc.

Diferentemente do ensino tradicional, em que os alunos tem preocupações com horários e conteúdo a ser aprendido, na Waldorf o que é levado em conta são as etapas de desenvolvimento do estudante.

Tendência democrática
Como funciona: As escolas democráticas são baseadas na Escola Summerhill, nascida na Inglaterra. Segundo a professora Cecília, elas são uma uma crítica à educação tradicional, que seria baseada no "medo e no controle baseado em ameaças veladas, presenças obrigatórias e outras imposições".

Seu grande diferencial é que seus alunos não são "obrigados" a assistir as aulas obedecendo um cronograma comum, único. Eles escolhem as atividades a fazer de acordo com seus interesses.

Avaliação: Para avaliar os alunos, procura-se abolir também lições de casa e provas; a avaliação é feita por sua participação e por trabalhos que podem ser escritos, artísticos etc.


Fonte: http://educacao.uol.com.br/escolha-escola/2009/08/25/linhas-pedagogicas-veja-como-elas-funcionam-e-qual-tem-mais-a-ver-com-seu-filho.jhtm